Fashion Nouveau

Tudo sobre moda, beleza e comportamento!

Archive for the ‘Novos Estilistas’ Category

Se apegue!

Posted by Renata Telles em novembro 22, 2006

A nova coleção da grife Apego está fofíssima! As jovens estilistas Monayna Pinheiro e Patrícia Almeida elegeram como tema o “Escapismo” e nas peças não faltam referências a aves. A imagem de um passarinho, da pintora mexicana Frida Kahlo, foi a grande fonte de inspiração.  

Como pede a estação mais quente do ano, a cartela de cores é bem alegre: verde, amarelo, laranja, vermelho, rosa, salmão e lilás.  Destacam-se ainda saídas-de-praia, macacões e camisetas. As estampas foram criadas em parceria com a artista plástica Mariana Shelland e o designer Beto Fernandes. 

Pontos de venda 

Na butique Casa da Nana, a Apego tem um corner individual. Tudo fica sob o comando das meninas: a decoração do ambiente, a disposição das araras e a escolha das peças. A marca também tem peças vendidas na Ellus Second Floor, que fica na rua Oscar Freire, e possui loja exclusiva anexa ao bar Drosophyla. Você faz comprinhas e degusta pratos e bebidinhas. 

Acesse o site e fotolog!

Serviço: Alameda Ministro Rocha Azevedo, 760 – Jardins (SP) Tel: (11) 3081-3992\ Ellus Second Floor – R. Oscar Freire, 990- Jardins\Casa da Nana – Rua Roque Petrela, 372 – Brooklyn\Drosophyla – Rua Pedro Taques, 80 – Jardins.  

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Smael estampa a Reserva

Posted by Renata Telles em outubro 4, 2006

Grafiteiro desde 1999, Smael Vagner, que sempre desenhou pelos muros da cidade, agora aplicará todo seu talento nas camisas da grife Reserva.  A partir desse verão, será possível encontrar peças exclusivas com estampas de grafites que são verdadeiras obras de arte.  Em conversa ao Fashion Nouveau, ele contou de onde vem tanta inspiração e convidou todos os leitores do site para a inauguração do Ateliê Coletivo, dia 7, na Gávea.  

F.N: Como nasceu a sua relação com o grafite?

Comecei a me interessar pelo assunto há sete anos quando freqüentava a festa Zoeira, que incentivava a arte. Na época, a prefeitura também divulgava o projeto “Não pixe, grafite”, no qual reunia 35 grafiteiros.  Por conta desses eventos, eu convivia com vários artistas. Cada um tinha um estilo diferente, mas a vontade era uma só: difundir a cultura do grafite. 

F.N: E atualmente, como é o seu trabalho?  Se inspira em algo para pintar?

Não tenho pintado muito em muros ultimamente. Tenho feito mais trabalhos em telas, mas meus grafites têm facilidade de adaptação em qualquer superfície. Já pintei de carros à chaminés. Em relação à inspiração, desenho o que sinto, o que vejo por aí nas ruas… pode ser algo social ou não. 

F.N: Por falar em aspecto social, você participa de alguns projetos não?  

No momento, por falta de tempo, tenho dado oficinas esporadicamente nas comunidades. No ano passado, eu ensinava para os internos da colônia Juliano Moreira. Era muito bom esse contato e totalmente gratificante para mim, já que estava passando a cultura do grafite adiante. Os alunos adoravam. Aliás, no Festival do Rio, estava passando um documentário chamado Multiplicadores, que trata justamente desse assunto, fala do papel social que o grafiteiro tem, do compromisso de incentivar uma nova geração de artistas. Ou seja, o trabalho que desenvolvo.

F.N: Depois de muros e oficinas, surgiu a oportunidade de trabalhar com moda. A experiência com a Reserva está sendo boa?

Estou adorando criar estampas para a marca. A Reserva me deu total liberdade para fazer o que quisesse. Já tenho uma série de desenhos e as peças devem chegar às lojas no próximo verão. Terá direito a passarela e tudo. Aguardem!

F.N: O grafite vem lhe rendendo bons frutos, além da parceria com a Reserva, você também abrirá um ateliê não é?

Sim. O nome é “Ateliê Coletivo”. Ele fica na Gávea e será inagurado no próximo dia 7.  Participam também o fotógrafico e pintor, Paulo Gouvêia, e o estilista da Soul Seventhy Antônio Bokel. O local terá exposições de telas, muita pintura e todos os recursos multimídias que usamos para expor nosso trabalho. O ateliê fica em uma garagem grande e a nossa proposta é quebrar a formatação normal das galerias. Todos estão convidados! 

P.S: Sabe aquelas geladeiras da década de 50, que nossas vovós guardam até hoje com grande carinho? Pois é, ele anda fazendo arte até na cozinha. Para conhecer mais sobre o trabalho de Smael, acesse seu fotolog e multiply

* Inauguração: Dia 7, à partir das 17h, na Rua Alexandre Stockler, 18/Gávea

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Lidoka e sua Bandoca!

Posted by Renata Telles em setembro 30, 2006

 

Olha que fofa!

E serve para jogar também!

Confira a entrevista que fiz com a Lidoka para a Revista Paradoxo. As bandocas são um must! 

Quem nunca abriu as asas, soltou as feras e caiu na gandaia ao som das Frenéticas? Pois é. Lidoka e companhia marcaram a época disco que até hoje sacode muitas fetas por aí. Mas nem só de músicas vive a cantora e poetisa. Há 16 anos, ela criou a marca Bandoca, especializada em vender graciosas mesas de colo almofadadas.  

São diversos modelos e estampas. Desde oncinha, passando pela zebra e elefante, até chegar às estampas de jogos como dama. “Não paro quista, estou sempre criando”, conta à Paradoxo. “Tive a idéia das bandejas durante uma viagem a Londres”.

A mesa de colo é uma invenção européia do século XVIII e, segundo Lidoka, não foi devidamente difundida. “Por aqui, nunca levaram o produto a serio e acho extremamente prático. Ele se encaixa confortavelmente no colo.”

As bandocas são feitas com almofada recheada de pérolas de isopor, tampada com madeira e moldura boleada. Entre os tecidos usados estão o linho, jacard e o jeans. “Recentemente, fiz parceria com a artista Tissi Mousinho para criar bandejas marchetadas, que são folhas de madeiras reflorestadas vindas diretamente da Itália”, explica.

Entre os fãs da mesinha fashion estão diversas celebridades. Ney Latorraca, Maria Zilda, Beth Carvalho, Alessandre Negrini, Ney Matogrosso, Maitê Proença e Suzana Vieira já adotaram a praticidade das bandejas. “Com a Suzana foi engraçado porque uma vez deixei a peça na portaria dela e no dia seguinte ela me ligou dizendo que queria a coleção toda”, lembra a designer. Alguns pedidos são exclusivos, como foi o caso do cantor Ivan Lins. “Ele queria uma faixa à tiracolo na bandeja para ele usar enquanto compunha. Tenho clientes que usam até para apoiar o bebê e amamentar.”

De acordo com a Frenética, o crescimento da marca deve-se única e exclusivamente à divulgação  boca-a-boca. “Vendo para artistas que apresentam para outros e assim vai, de forma natural”.  Recentemente, Lidoka teve uma surpresa, uma atriz famosa que estava internada no hospital Copa D’Or (RJ) descobriu as bandocas no quarto vip e se apaixonou. 

Além de fornecer as mesas de colo para o hospital de Copacabana, a cantora também vende as peças no Studio Grabowsky (Rio Design Center Leblon), na Quarto Composto (Casa Shopping) e já exporta para o Japão, Inglaterra, Nova Zelândia, Estados Unidos, Itália outros países.

Música, livro e espetáculo

Fora as bandocas, Lidoka segue firme e forte com a nova formação das Frenéticas. Ao lado de Dhu Morais, Edyr Duqui, Claudia Borioni, Liane Maya e Gabriela Pinheiro, a cantora gravará, ainda este ano, o cd comemorativo dos 30 anos da banda, pela Som Livre. 

Já para 2007, o livro As Fadas do Apocalipse – a incrível história das Dzicroquettas deve sair do forno. A obra conta a saga das mulheres que passaram pelo grupo musical de sucesso dos anos 70. “Será o meu olhar sobre tudo o que passamos, curiosidades, fatos marcantes, alegria, tristeza…” enumera.

Quem pensa que não há mais lugar na agenda de Lidoka, se engana. para completar, a artista está no espetáculo Lidoka Voando Pelos Ares. O show possui animação eletrônica e performances de canto, dança e poesia. 

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Moda arretada!

Posted by Renata Telles em setembro 25, 2006

Coleção Piorski

Se você ainda não cruzou com as peças cult de Adriana Piorski pelas “avenidas da internet”, não sabe o que está perdendo! A maranhese, que criou a grife Piorski há três anos, mas lançou oficialmente as peças em abril desse ano no Dragão Fashion, está contaminando os fashionistas da rede. Bolsas cutes, blusas e vestidos de poá, estampas exclusivas, além de broches fofíssimos fazem parte da coleção inspirada no universo rockabilly e das pin-ups.

Em entrevista ao Fashion Nouveau, a jovem, que vive em Fortaleza desde 1998, contou como a moda passou a fazer parte de sua vida, falou sobre estilistas do Norte/Nordeste e destacou a importância do mundinho cibernético no crescimento da marca. Com apenas 21 anos, Piorski chega a vender 300 peças por mês e grande parte dos consumidores são do Sudeste. Confira!

F.N: Como nasceu a paixão pela moda? 

A.P: Para ser sincera, eu nunca havia pensado em ser estilista, apesar de realizar trabalhos manuais desde pequena. Queria ser economista ou administradora, mas quando prestei meu primeiro vestibular, não sei por qual motivo, marquei Publicidade. Graças a Deus eu não passei na prova. Na época, para ocupar meu tempo ocioso, eu comecei a pintar camisas e acessórios para mim e amigos. Como o sucesso foi grande, pensei em investir na carreira e seguir meu coração. Prestei novo exame, dessa vez para Moda, na Universidade Federal do Ceará (UFC) e na faculdade Marista. Passei para as duas instituições e acredite se quiser, cursava as duas. Nesse período, nascia a Piorski, que de forma rápida cresceu tanto que tive que abandonar uma das escolas. Optei por me formar na Marista e desde então, vivo para a moda.

F.N: E a idéia do nome da grife?

A.P: Eu registrei a marca há três anos e o mais engraçado foi a dificuldade de escolher um nome. Passei semanas bolando idéias sem perceber que ela estava bem debaixo do meu nariz. Meu sobrenome sempre foi muito conhecido porque é polonês, forte, tem presença e muitos nem me chamam de Adriana, só de Piorski. Não sei o significado, mas para mim, quer dizer abençoado! 

F.N: Como é a sua produção? Alguém te ajuda?

A.P: Minha mãe é meu braço direito, sem ela, a Piorski não existiria. Desde o início, toda a família me apoiou. Em relação à produção, nunca corri atrás de patrocínio e nem “paitrocínio”. A grife é independente, o ateliê é lá em casa mesmo e a minha irmã Deborah cuida de fotografar as coleções, além de pintar algumas peças.

F.N: Quais são os pontos de venda da Piorski pelo Brasil?

A.P: A minha vitrine sem dúvida é a internet. Como comecei oficialmente há seis meses (a grife foi lançada no Dragão Fashion através do Empório Mix com a ajuda da produtora Solange Arrais), ainda não tem em muitos lugares. No momento, vendo na Ráfia (Recife), Frou Frou (João Pessoa) e na Tattoo Everywear (Bahia), que está para ser lançada no Farol da Barra.

F.N: Como surgiu a idéia de vender pela internet?

A.P: A rede é o meio mais eficaz para a divulgação de algo e o preço das peças e a comodidade de receber em casa são outros pontos a favor. O fotolog é grátis, rápido, simples e atinge milhões de pessoas. Pensei: por que não vender pela internet? O retorno foi maior que esperava e hoje chego a vender 300 produtos por mês, entre roupas e acessórios. Já tenho até duas costureiras que trabalham comigo, fora a ajuda da minha mãe, minha irmã e agora, da Carol, amiga e nova estagiária da Piorski. Mas quem responde e-mails, atende clientes no ateliê e bazares sou eu. Faço questão de manter esse contato, nada de estrelismo, acho que esse é o diferencial da grife.

F.N: Fale um pouco sobre sua primeira coleção.

A.P: Bem, é inspirada no universo do rockabilly e das pin-ups. O lema é não ter medo de ousar. Não me sinto a vontade de pesquisar tendências ou estilos mundo a fora, busco total liberdade para criar o que quero. São bordados, apliques, pinturas, tudo tem que ter um detalhe, algo inusitado, seja na mistura de tecidos, cores ou estampas.

F.N: Quais são os über-estilistas para você?

A.P: Acho que se um dia passasse a direção criativa para algum nome nacional seria Alexandre Herchcovitch. Quanta a pretensão a minha (risos). Mas o grande mestre é Christian Dior.

F.N: O que acha da moda no Norte/Nordeste? Existe preconceito com os estilistas nordestinos?

A.P: Já enxergo a moda cearense como um importante pólo nacional, apesar de ter sido iniciada há apenas 15 anos, quando começaram a surgir cursos voltados para a área. Posso citar alguns estilistas que admiro muito daqui, como Lina Villaventura, Mark Greiner e Weider Silveiro. Não acredito que tenha preconceito e por experiência própria, nunca passei por nada. Aliás, grande parte das minhas vendas são para o Sul e Sudeste. Acredito que possa existir estereotipagem. Todos pensam que moda nordestina é dotada necessariamente de elementos tipo renda, palha e afins… E não é bem assim, como disse antes, já existem grandes profissionais que estão provando o contrário.

F.N: Pensa em abrir uma loja? Quais são os próximos vôos?

A.P: Por enquanto não. Gosto mais da idéia de ter um ateliê, mas não na minha casa(risos). Quero algo só para a Piorski, um showroom talvez… Também já estou desenvolvendo uma coleção de sapatos e pretendo ter uma linha masculina. Enfim, o céu é o limite para mim.

Hey shopaholics, estão esperando o que para entrar no site

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As havaianas de Marcelo Klein

Posted by Renata Telles em setembro 18, 2006

 

Que tal comprar havaianas de oncinha? Ou talvez da Hello Kitty? O carioca Marcelo Klein, 26 anos, resolveu dar um up nas sandálias mais famosas do mundo com customizações pra lá de criativas. A idéia, que nasceu despretenciosamente, está ganhando cada mais vez mais espaço em lojas, feiras e até na internet. O Fashion Nouveau conversou com o designer, publicitário e ator (ufa!) para saber mais sobre essa história!

Neto de artistas plásticos, Klein conta que a arte sempre teve um importante papel na vida de sua família: “Desde pequeno tive o apoio dos meus pais para desenvolver o meu lado criativo, seja no teatro, na pintura ou decoração”. Ele, que transformou parte de seu apartamento em ateliê, levou ao pé da letra os conselhos dos familiares e não fez feio ao começar customizar, além das sandálias, cintos, pulseiras, broches, brincos e pingentes para celulares. 

A produção é totalmente independente e a divulgação acontece por meio do fotolog e multiply. “Primeiro, vendia para lojas no shopping da Gávea, como a Modo, de Cristina Raposo. Para ficar por dentro das novidades, algumas amigas e clientes pediram para ter uma espécie de catálogo, então, nasceu a idéia de criar um site na internet”. 

A partir daí, os acessos cresceram e Klein passou a vender para outros estados também. “A internet ajudou a projetar o meu trabalho porque comecei a receber convites para feiras, contatos para revenda, pedidos de brindes para festas, enfim, muitos e-mails”. O sucesso é tanto que ele contratou até uma funcionária especialmente para responder mensagens, tirar dúvidas, calcular o frete e preparar as encomendas.

As havaianas variam de R$ 20 a R$ 50, dependendo do modelo. Para comprar, fique ligado na agenda do Mercado Mistureba ou acesse o fotolog de Marcelo Klein. Vale lembrar que dia 7 de outubro ele também participa de feira na Casa Rosa.

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Arrasa Justin!

Posted by Renata Telles em setembro 9, 2006

Antes......e depois!

Quem diria que o “cabelinho de miojo” do N’sync viraria um gentleman da moda?! Em seu novo clipe SexyBack, Justin Timberlake arrasa com seu Dior Homme, criado por Heidi Slimane. Aliás, o figurino chiquerésimo também é adotado na capa do Cd FutureSex/LoveSounds.

E Justin não pára por aí: Além de desenhar as roupas de sua grife William Rast, o cantor apresentará a nova coleção da marca no dia 17 de outubro, durante a Fashion Week de Los Angeles. Em entrevista à Vogue Espanhola, o new designer falou um pouco de sua mais recente paixão: “Na verdade, eu não me preocupo com o negócio. Só tenho que me concentrar em desenhar as peças que eu gosto. É muito divertido e nunca pensei que fosse me dedicar a moda! As vezes as oportunidades aparecem sem percebermos”.

Então tá! 

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